Amor É Uma Droga Altamente Viciante: A Cocaína E O Amor Têm O Mesmo Efeito No Cérebro

O amor é como… voltar para casa.

É como um friozinho na barriga.

É como o reconhecimento da contraparte de sua alma em outra.

É como a diminuição da atividade do lobo frontal, um aumento nos níveis de dopamina e uma diminuição nos níveis de serotonina.

Além das inúmeras analogias que fizemos para descrever exatamente como é o amor, há evidências científicas reais de sua presença em seu cérebro.

Em um artigo recente publicado pela Psychology Today, Shauna Springer, Ph.D, concluiu que o amor é realmente apenas uma reação cientificamente medida no cérebro que faz com que muitos de nós tenhamos julgamento prejudicado e habilidades paralisadas de tomada de decisão.

É o influxo de níveis químicos e a paralisia de certas partes do cérebro que nos fazem sentir a euforia e o julgamento prejudicado que acompanha o apaixonamento.

Nos últimos 20 anos, Brown tem estudado os efeitos de se apaixonar, incluindo aqueles sobre os quais nem sempre queremos falar.

Depois de comparar os cérebros de centenas de pessoas que estavam apaixonadas ou passando por um rompimento, ela concluiu que o amor cria cegueira completa e uma “paralisia quase completa do sistema de tomada de decisão”.

Veja também: Como Esquecer Ele Rapidamente: Um Sistema Blindado Para Você Voltar Ao Normal Em Tempo Recorde

Quando você se apaixona, químicas cerebrais, como a dopamina, diminuem sua capacidade de ser discreta e às vezes criam alucinações ao lado de euforia extrema (por isso que as mulheres planejam um casamento imaginário com um homem que elas conheceram há apenas dois dias).

Sem mencionar que a maneira como nosso cérebro vê a foto de alguém que amamos é o mesmo tipo de reação que temos depois de usar cocaína.

Como muitos de nós já experimentamos, apaixonar-se é um vício.

Assim como o jogo ou as drogas, tem qualidades que causam dependência e podem fisgar você para o resto da vida.

É o que cria anseios e recuos.

É o que cria essa sensação de euforia intensa e depressão profunda.

De acordo com o Instituto Nacional do Abuso de Drogas, a cocaína, assim como o amor, promove o aumento dos níveis de dopamina no cérebro, fazendo com que você sinta momentos de euforia seguidos de diminuição do número de receptores de dopamina, o que torna mais difícil se sentir feliz depois.

Podemos dizer que retraimento é o mesmo que enjoar do amor?

A sensação de que nunca mais será feliz.

A sensação de que a única coisa que vai te deixar feliz é mais uma dose daquela pessoa, outra injeção?

Apaixonar-se é aderir voluntariamente a um hábito viciante e perigoso.

Um que você sabe que provavelmente terminará com você na rua, gemendo de dor.

É algo que pode ser medido cientificamente e sentido fisicamente.

É algo que prejudicará seu julgamento e o levará a decisões que você nunca tomaria em seu estado de espírito correto.

É uma exibição suja, bárbara e animalesca que só vai acabar causando dor.

Muitos de nós sabemos o que é estar apaixonado, e alguns sabem o que é estar sob o efeito da cocaína.

A julgar pela doença de amor que já senti antes, não tenho certeza de com qual pior eu ficaria.

Sobre o Autor: Cristiane Lima é especialista em namoro e relacionamentos, trabalha com mulheres para orientá-las a encontrar o homem certo e o relacionamento com o qual sempre sonharam.

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